CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA EXPEDIÇÃO E DISTRIBUIÇÃO

SP / JUNDIAI - 06 Dez

DURAÇÃO: 8 Horas

Objetivo :

Agregar novos conhecimentos e melhores práticas para profissionais que já atuam em serviços de Expedição / Distribuição ou que pretendem atuar nessa importante e estratégica área da empresa. Objetiva-se que ao final do curso os participantes sintam-se aptos e qualificados para uma atuação eficiente em vários níveis, desde Encarregado até a Gerencia.

Destina-se :

Profissionais de todos os tipos de empresas industriais e/ou comerciais que fazem expedição e distribuição de seus produtos, bem como operadores logísticos, em níveis de Encarregado, Supervisor, Chefe, Gerente, Diretor, inclusive Proprietários de pequenas e médias empresas.

Metodologia :

Serão apresentados e discutidos processos desenvolvidos em serviços de expedição e distribuição que atendam as necessidades da empresa e a satisfação do Cliente. O curso é desenvolvido numa sequência lógica mostrando a importância estratégica da expedição, e segue com a disponibilização do estoque de produtos acabados para a expedição, documentação e embalagens adequadas, transporte interno e externo de cargas até o Cliente ou outro ponto de distribuição, através de rotas de mínimo custo e tempo. Mantém-se objetivo da entrega do material, quantidade, local e hora certa.

Programa :

1 – EXPEDIÇÃO E DISTRIBUÇÃO : SUA IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA 1.1 – A influência do desempenho serviço de expedição/distribuição na satisfação dos Clientes. 1.2 – A importância da distribuição do material certo, na quantidade, no local e na hora certa. Possíveis conseqüências de erros ou falhas. 1.3 – Interfaces com departamentos da própria empresa e também dos Clientes. 1.4 – Ponto de entrega contratado pelo Cliente: FOB, FAS, CIF, C&F, Ex-Works, etc... 1.5 – Milk-Run. Just-in-Time.  2 – ESTOQUE À DISPOSIÇÃO DA EXPEDIÇÃO 2.1 – Determinação de quantidades de estoques de produtos acabados, produzidos ou comprados, necessários para atender um nível de serviço pré-estabelecido. 2.2 – Organização física do estoque à disposição da Expedição. Determinação dos itens de maior rotatividade. Aplicação da lei de Pareto dos 20 x 80. 2.3 – Conferência dos materiais requisitados do estoque; 2.4 – Situação de suas embalagens ou necessidade de embalá-los. 2.5 – Sistemas automatizados de “picking”.  3 – DOCUMENTAÇÃO DE EXPEDIÇÃO 3.1 – Notas Fiscais, Romaneios, Guias de Despacho, Conhecimento de Transporte, Certificados de Qualidade, Documentos de Exportação, outros Anexos. 3.2 – Seguro  4 – EMBALAGENS DE TRANSPORTE 4.1 – Tipos de embalagens: pallets, caixas de papelão, caixas de madeira, tambores, fardos, sacos, bags, recipientes plásticos. 4.2 – Embalagens com e sem retorno. 4.3 – Embalagens para exportação. 4.4 – Símbolos internacionais em caixas. 4.5 – A importância da “unitização” de cargas. 4.6 – O uso de containers.   5 – EQUIPAMENTOS DE MOVIMENTAÇÃO INTERNA 5.1 – Carrinho manual, paleteira hidráulica, empilhadeira, braço giratório, pórtico, ponte rolante, guindaste, correia transportadora, outros.  6 – FROTA PRÓPRIA x TRANSPORTADORA x OPERADOR LOGÍSTICO 6.1 – Decisão entre o uso de frota própria, ou da contratação de Transportadora, ou de um Operador Logístico. 6.2 – Avaliação técnica, econômica e comercial dos proponentes antes da contratação. 6.3 – Cadastramento inicial e atualizações. Avaliação continuada do desempenho. 6.4 – Obtenção de propostas de serviços, preços e demais condições. 6.5 – A negociação e a decisão. O “mais barato” pode sair caro. O atendimento das reais necessidades da empresa. 6.6 – Contrato de Serviços: quando se aplica e análise de cláusulas indispensáveis. 6.7 – Evolução do relacionamento com o operador. A relação de parceria duradoura.  7 – ROTEIRIZAÇÃO DE ENTREGAS 7.1 – Roteirização ou seqüenciamento das entregas através de rotas econômicas. 7.2 – Softwares específicos.  8 – MODAIS DE TRANSPORTES 8.1 – Utilização dos meios de transportes adequados: rodoviário, ferroviário, aéreo, marítimo, fluvial, lacustre ou dutoviário. 8.2 – Fatores a considerar na escolha do modal: custo, rapidez, confiabilidade, necessidade de transbordos, possíveis avarias, outros.  9 – CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO 9.1 – Centralizar ou descentralizar as entregas: vantagens e desvantagens. 9.2 – Evolução, estrutura, e fluxo dos canais de distribuição. 9.3 – Índice de desempenho dos canais de distribuição.

Programação dos Próximos Cursos